sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Pensei que as palavras pudessem ser as mesmas. As mesmas do entardecer da noite que não chega. Talvez tenham sido. Talve sem um por quê. Talvez de propósito. Talvez por auê. O que falta? O que sobra? Sabe Deus a resposta. Fica a tentativa vã de ser completa. Fica a certeza duvidosa do que falta. Quem sabe? Quem responde? Diga-me. Quais são as palavras a serem ditas? E qual o silêncio a ser feito? Será nada o bastante ou tudo será essencial? Será que é isso que faz ser o que é? Quem sabe? Eu? Você? O mundo? Ah, não... Se o mundo soubesse, eu também saberia. Alguém me diria. Se ninguém nada fala, então acreditarei no silêncio e guardarei meus pensamentos... Pra nós? Sim, mas será meu segredo. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário