De onde viria esse encanto
Guardá-lo-ia em algum canto
De onde gotejaria esse pranto
De quem não costuma chorar
E sorri com os olhos ao lembrar
Pergunto-me, sem ser eu...
De onde vieram esses sorrisos
O riso meu e o riso seu
De onde vinha tal mistério
Qual seria o critério
De gritar o que já disse
Baixinho no sopro alegre
Escrito num verso triste
Tal qual a alegria, a tristeza é sempre espontânea.
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