Já tentei buscar explicação, mas não existe. Deixo aqui clara a minha indignação, a minha inconformação com os fatos ocorridos, com os sonhos distorcidos e tudo mais que se abalou. Há coisas que a gente nunca esquece, muito mais ainda, que ninguém merece, mas, infelizmente acontece. Tendemos a achar que somos imunes, que a tristeza é impune aos olhos de quem fere. A verdade é que estou de saco cheio! Saco cheio de compreender o mal que os outros fazem, não há compreensão para a maldade pura, a troco de nada, preciso dizer! Preciso contar, preciso desabafar e espairecer. Que se danem os transtornos, as doenças e as explicações, não me importo, quero que tudo isso se exploda, não quero nem saber. Confesso que muitas vezes duvido de coisas que acredito desde pequena, mas, logo em seguida, me lembro que o que me move é justamente esta fé no melhor. Minha cabeça está fervendo, meu coração está doendo e meus olhos ardendo. Admito, estou com raiva, muita raiva, desejando mal a quem fez este mal. E não me venha com "ah, mas e se..."; "ah, pode ser que...", não me interessa, não quero saber, tenho pressa. Pressa em cuidar, pressa em ninar, pressa em esquecer.
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