E não estou falando de mim. Nem de nós. Talvez de todos nós. Talvez de nenhum de nós. Talvez eu precise, um pouco, de frases clichês e cenas melodramáticas, com uma pitada mexicana. Talvez tudo, talvez nada...
Talvez a única certeza seja essa, a de que não há, nesse mundo, nenhuma.
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