Aquele dia em que você, como sempre, doce e meigo, conversa comigo e, mais uma vez, dizendo, com as palavras mais singelas e bonitas que poderiam soar no meu ouvido, falou. Você, como se escolhesse a dedo cada palavra a ser dita, diz. Como se soubesse o que toca meu coração, você o toca. Como se me conhecesse tanto quanto conhece (e como conhece), me desvenda, e me descobre, e me desarma (das armas que não tenho). E, como sempre, repetidamente, você me confortou com o conforto e o consolo que só seu colo tem. A verdade é que, meus medos e inseguranças, você consegue por no bolso cada vez que insisto em tirar do meu coração. A verdade (mais uma) é que você, de alguma forma, conseguiu meu "manual de instruções" e tem usado direitinho todos os dias. É que meus dias têm sido cada vez mais doces, (como suas palavras), mesmo com tudo, e todos e junto, ao mesmo tempo, afinal... E, de certa forma, você consegue dar perfeição ao imperfeito e certeza ao duvidoso e, por isso (também), eu sou feliz!
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