terça-feira, 16 de outubro de 2012

Primavera

o galho seco da árvore
pretensão não tinha
pois o verão já vinha
aquecer o frio
deixado pelo inverno
que se fez terno

e de longe o rio
onde deságua o riso
que desce o penhasco
e caminha o desfiladeiro
toca o por do sol
e sente um amor só

e quando o crepúsculo
chegado no fim
início de novo
brilha pra mim
quando armado o vôo
que livre se sente
e quando o sol
agora poente
adormece
e de novo
aparece

a minha primavera.
(você)





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