o vento que vai e que me volta
me sopra os cabelos nos lábios
despenteia-os aos olhos
para penteá-los outra vez
com os dedos
o sol que outrora se punha
agora é do dia testemunha
é sol que afaga sem dedos
é calor da memória sem medos
o dia que vai pra noite chegar
se vem quando volta o dia a raiar
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