segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Espera

Tirei do bolso um relógio antigo, um desses que não tenho.
Olhei as horas marcadas pelos ponteiros parados.
Pensei em ligar do telefone mudo, mas o sono da insônia era maior.
Adormeci na espera que demora, só pra ver se o tempo passava mais rápido.

Não passou.

Mas, enfim, você chegou.

E eu pude sentir o abraço que, se digo que é o melhor do mundo, chega a ser redundância!

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