Escritos sobre aquelas horas em que se pensa um monte de coisas e não se pensa em nada... Em que se vai às nuvens, sem tirar os pés do chão...
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Acordei quando abriu a porta
As lágrimas, já poucas
secaram
com o som do sorriso
que ao abrir da porta
eu vi
Tarde
Verdade
Abrigados pela coberta
o travesseiro e o aconchego
para os sonhos sonhados
por quatro olhos abertos
quando a porta abriu
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