Do
que nem sei
Do
que provei
Do
que tentei
Sem meio termo
Hoje
tenho tempo
Hoje
sigo o vento
Do
seu acalento
Entre o início e o fim
Vou
indo, vindo, sentindo
Com lápis e borracha
Escrevo
o caminho, em branco
Em
esperanto
Traduzindo
aquilo que se acha
Aqueles erros, erros meus, erros seus
Aqueles
medos
Ontem
toquei com a ponta dos dedos
Hoje
não me assustam mais
Sem ver, sem enxergar
Sem
cansar, sem tentar
Porque
não faz sentido pra mim
Sonhar
tanto assim
Se
eu não puder tirar os pés do chão
Se
eu não puder tocar com a mão
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